O agrupamento político liderado por Valmir de Francisquinho e Priscila Felizola, em reunião realizada na tarde desta terça-feira, 07, deu um passo decisivo na elaboração das diretrizes que irão nortear o futuro de Sergipe. Em uma reunião de trabalho estratégica, que contou com a contribuição técnica do Prof. Dr. Marcelo Mendes, foram alinhados os pilares de um projeto que se propõe sério, transparente e conectado com a realidade dos sergipanos.

O encontro marca o início de uma engrenagem que une o conhecimento científico e a vivência popular para desenhar as metas dos próximos quatro anos. A espinha dorsal desse projeto é o diálogo direto e a participação da população.

Para Valmir de Francisquinho, o sucesso de uma gestão depende exclusivamente da capacidade de entender as reais demandas do povo. “Não tem plano de governo eficiente sem a participação da sociedade. O político precisa sempre ouvir as necessidades e aclamações da sua população para torná-las em prática, desde o homem mais simples até aqueles que conhecem muito da economia. Queremos tornar Sergipe um estado modelo de gestão para o Brasil”, destacou Valmir, antecipando que plenárias serão realizadas nos bairros de Aracaju e no interior.

Complementando a visão de um governo inclusivo e descentralizado, Priscila Felizola reforçou o caráter colaborativo das andanças e debates que já vêm sendo realizados por todo o território sergipano. “É uma junção de ideias de muitos agentes, construindo um plano a várias mãos para poder beneficiar todos. Vamos realizar diversas plenárias ouvindo a população nos quatro cantos do estado para fazer Sergipe cada vez melhor”, afirmou Priscila.

A validação técnica e a coordenação dessa escuta qualificada ganham robustez com a participação do meio acadêmico, integrando a ciência aos anseios populares. Segundo o Prof. Dr. Marcelo Mendes, o programa de governo se diferencia justamente por sua pluralidade e abertura para os diversos saberes.

“É um programa extremamente coletivo, que tem aberto espaços de escuta em diversas áreas do conhecimento e terá uma nova etapa de escuta à comunidade. Um trabalho construído coletivamente vai, certamente, promover um projeto de desenvolvimento para o Estado de Sergipe”, concluiu o professor.

Por Ascom/Valmir de Francisquinho