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A defesa da fiscalização e da manutenção de quadras, praças e escolas públicas de Aracaju marcou a participação do vereador Levi Oliveira (PP) no debate sobre a segurança desses espaços. O parlamentar se manifestou em aparte ao pronunciamento do vereador Sgt. Byron Estrelas do Mar (MDB), que abordou o tema na tribuna da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), na manhã da última terça-feira, 3, e citou casos exibidos pelo programa Fantástico.

A reportagem citada durante o pronunciamento mostrou acidentes envolvendo traves soltas em espaços públicos e unidades de ensino, que atingiram crianças e provocaram mortes. Ao comentar os casos, Levi destacou a preocupação das famílias diante desse tipo de ocorrência e reforçou a necessidade de medidas preventivas em Aracaju, com atenção não apenas à manutenção, mas também à fiscalização dos equipamentos.

“Sgt. Byron, primeiramente, quero parabenizar pela sensibilidade de trazer esse tema aqui. A gente vê os relatos de todo o país, onde aconteceram essas fatalidades, e fica triste. A gente que é pai, que tem filhos pequenos, fica pensando: se fosse com nossos filhos? Se tivesse acontecido uma tragédia como essa com eles? Desde já, Byron, parabenizo mais uma vez sua fala e reafirmo nosso compromisso para que a gente possa, como você mesmo falou, cobrar da Emurb que seja feita não só a manutenção, mas também a vistoria dos nossos espaços públicos. Temos diversos espaços públicos aqui no município de Aracaju, e essas quadras precisam ser fiscalizadas”, afirmou Levi.

O parlamentar também mencionou a previsão de novas obras, quadras e campos no município e defendeu a elaboração de um projeto de lei para estabelecer a fixação adequada das traves nas novas estruturas e naquelas que passarem por adaptações. “Temos novas obras chegando pela nossa prefeitura, com novas quadras e novos campos, e que a gente possa também fazer um projeto de lei nesta Casa. Já deixo registrado que subscrevo sua fala para que isso possa ser transformado em projeto de lei, garantindo que as próximas obras e as estruturas que forem adaptadas sigam essa mesma regra que existe no Rio Grande do Sul, de que as traves precisam estar fixadas, para que a gente não corra o risco de ter uma fatalidade como essa aqui no nosso município”, acrescentou.